O pré-candidato ao Senado Marcos Dias defendeu uma resposta firme do Estado contra facções, milícias e grupos criminosos que controlam territórios no Rio de Janeiro. Para ele, o domínio imposto por organizações criminosas vai além da prática de crimes: representa a retirada da liberdade de milhares de moradores.
Segundo Marcos Dias, é inadmissível que famílias sejam obrigadas a viver sob ordens de criminosos, com medo de circular pelas ruas, abrir seus comércios ou simplesmente exercer o direito de ir e vir. Em muitas comunidades, grupos armados impõem regras, cobram taxas ilegais, ameaçam comerciantes e decidem quem pode entrar ou sair das regiões dominadas.
“Quem controla território não está apenas cometendo crime. Está roubando a liberdade de uma população inteira”, afirma a mensagem divulgada por Marcos Dias.
A declaração reforça a defesa de uma atuação mais dura e presente do poder público em áreas dominadas pelo crime organizado. Para o pré-candidato, o Estado não pode recuar diante de facções e milícias, nem permitir que comunidades inteiras sejam tratadas como zonas sem lei.
Marcos Dias também destacou que o cidadão de bem não pode ser transformado em refém dentro do próprio bairro. A segurança pública, segundo ele, precisa ser encarada como prioridade absoluta, com enfrentamento direto ao controle territorial exercido por grupos criminosos.
“O Estado não pode recuar. O cidadão não pode ser refém. O Rio não pode ser dividido com criminoso”, diz a publicação.
A pauta da segurança pública tem sido um dos principais temas defendidos por Marcos Dias, que vem criticando a ausência do poder público em regiões onde moradores convivem diariamente com a imposição do medo e da violência.




