No Brasil, muitas vezes a sensação é de que o criminoso encontra defesa, benefício e novas oportunidades, enquanto a vítima permanece marcada pelo trauma, pelo medo e, em muitos casos, pelo luto. Para Marcos Dias, pré-candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, essa inversão de prioridades não pode continuar.
Segundo o pré-candidato, a vítima de um crime não carrega apenas a dor do momento da violência. Ela convive com consequências profundas, que atingem também a família, a rotina e a sensação de segurança. Para ele, o sistema não pode continuar permitindo que quem comete crimes encontre brechas, recursos e benefícios mal aplicados enquanto quem sofreu permanece desamparado.
Na avaliação de Marcos Dias, a lei precisa recuperar seu papel de proteção à sociedade e garantir que o cidadão de bem tenha respaldo diante da violência.
“A vítima fica com o trauma. A família fica com o medo. E, muitas vezes, também com o luto. Essa inversão de prioridade não pode continuar”, defende Marcos Dias.
O pré-candidato afirma que o Brasil precisa avançar para um modelo em que a vítima volte a ser prioridade, o criminoso enfrente consequências reais e a legislação esteja mais alinhada com a defesa de quem sofreu.
Para Marcos Dias, combater a impunidade também significa corrigir distorções que passam à sociedade a mensagem de que o crime compensa.
“A lei precisa estar ao lado de quem sofreu, e não de quem destruiu vidas”, afirma Marcos Dias.




